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ALZHEIMER é menor na MULHER que AMAMENTA: mais uma vantagem para a mulher - SMAM 2013

Por: Prof. Marcus Renato de Carvalho, IBCLC

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   Amamentar reduz risco de   Alzheimer para a mulher,

diz estudo

·         Pesquisa britânica especula que redução nos níveis de progesterona na lactação pode proteger o cérebro

 

Um novo estudo sugere que as mães que amamentam correm um risco menor de desenvolver a doença de Alzheimer. E quanto maior o período de amamentação, menor o risco.

 

O relatório, recentemente publicado no “Journal of Alzheimer’s Disease”, sugere que a ligação pode ter a ver com certos efeitos biológicos da amamentação. Por exemplo, a amamentação restaura a tolerância à insulina, que é significativamente reduzida durante a gravidez, e doença de Alzheimer é caracterizada pela resistência à insulina no cérebro.

 

Embora os pesquisadores tenham usado dados recolhidos a partir de um grupo muito pequeno de apenas 81 mulheres britânicas, os pesquisadores observaram uma correlação altamente significativa e consistente entre o aleitamento materno e o risco de Alzheimer. Eles argumentam que a correlação era tão forte que qualquer erro de amostragem potencial era improvável.

 

Ao mesmo tempo, contudo, a ligação se demonstrou menos pronunciada em mulheres que já tinham uma história de demência na família. A equipe de pesquisadores esperam que o estudo vai estimular ainda mais a pesquisa olhando para a relação entre a história reprodutiva feminina e risco da doença.

Estudos anteriores já provaram que a amamentação pode reduzir o risco de outras doenças da mãe. Até agora, porém, pouco tem sido feito para examinar o impacto da amamentação sobre o risco de Alzheimer.

 

Através destas entrevistas, os pesquisadores coletaram informações sobre a história reprodutiva das mulheres, o histórico de amamentação e seu estado de demência. Eles também reuniram informações sobre outros fatores que podem explicar a sua demência, por exemplo, um acidente vascular cerebral no passado ou tumor cerebral.

 

O estudo argumenta que pode haver um certo número de razões biológicas para a ligação entre a doença de Alzheimer e da amamentação, todos os quais requerem uma investigação mais aprofundada. Uma teoria é que a amamentação priva o corpo da hormônio progesterona, compensando os elevados níveis de progesterona que são produzidos durante a gravidez. A progesterona é conhecido para dessensibilizar os receptores de estrogênio do cérebro, e o estrogênio pode desempenhar um papel na proteção do cérebro contra a doença de Alzheimer.




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Última atualização: 5/8/2013

 

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